Get Adobe Flash player

Reunião de Jovens

Reunião de Jovens

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS 24-01-2015

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

ESCOLA BÍBLICA PARA JOVENS E OBREIROS – 24-jan-2015

– TEMA: EVANGELIZAÇÃO

– ASSUNTO: A ASSISTÊNCIA NA EVANGELIZAÇÃO

– TEXTO FUNDAMENTAL: ATOS 8.26-40

COM BASE NO TEXTO DE ATOS 8.26-40, COMENTAR A ASSISTÊNCIA DE FILIPE AO EUNUCO NAS SEGUINTES EXPRESSÕES:

 

“… CHEGA-TE, E AJUNTA-TE A ESSE CARRO.” VS 29

 

“… ENTENDES TU O QUE LÊS?” VS 30

 

“… E COMEÇANDO NESTA ESCRITURA, LHE ANUNCIOU A JESUS.” VS 35

 

“… E DESCERAM AMBOS À ÁGUA TANTO FILIPE COMO O EUNUCO…” VS 38

 

FAZER APLICAÇÃO PROFÉTICA

(Os textos usados neste estudo foram extraídos da Tradução de João Ferreira de Almeida, Edição Revista e Corrigida, versão 1995).

OBSERVAÇÕES:

  1. Separar ALGUNS jovens ou obreiros para as tarefas que estão no final da lição.
  2. Os textos em itálico são transcrições literais dos estudos recebidos dos grupos de jovens e obreiros.

 INTRODUCAO:

Há alguns anos o Senhor nos revelou a necessidade de aperfeiçoamento na assistência ao novo convertido como parte fundamental no trabalho de evangelização. Naquela ocasião o Senhor mostrou que a igreja deveria ser organizada em grupos de assistência, que teriam o mesmo perfil e a mesma composição da igreja, com crianças, intermediários, adolescentes, jovens, senhoras, varões, instrumentistas, professores, obreiros e diáconos, cujo objetivo seria o cuidado com os membros e os novos até a definição evidenciada no batismo. Assim, o novo convertido se identificaria no grupo de assistência, independentemente da sua faixa etária. O Senhor disse que os grupos seriam como malhas de uma rede onde o peixe permaneceria.

A assistência dada por Filipe ao eunuco o levou a definição por servir ao Senhor evidenciada no desejo dele em se batizar. Sobretudo, a salvação daquele homem era um projeto originado na eternidade, pois foi o anjo do Senhor quem falou a Filipe. O Senhor sabia onde estava o necessitado e o escolheu, porque a salvação é profética.

COMENTÁRIO DA ASSISTÊNCIA DE FILIPE AO EUNUCO NAS SEGUINTES EXPRESSÕES:

 

“… CHEGA-TE, E AJUNTA-TE A ESSE CARRO.” VS 29

Ats 8:29  E disse o Espírito a Filipe: Chega-te e ajunta-te a esse carro.

 

COMENTÁRIO

O eunuco regressava de Jerusalém levando em seu coração uma grande dúvida sobre a Palavra. Ele não entendeu a profecia de Isaias.

Ajuntar-se ao carro era aproximar-se para ouvir aquilo que o Eunuco estava lendo sem entender. O Espírito Santo queria que o servo se aproximasse do necessitado. Era também a oportunidade de dirigir a pergunta ao Eunuco sobre aquilo que lia, dando-lhe abertura para falar de sua dúvida.

É importante notar que, na disposição de obedecer a uma orientação da parte do Senhor dada pelo anjo, o Espirito Santo falou com Filipe em plena caminhada, mostrando que aquele trabalho estava sendo feito em plena comunhão e orientação do Senhor.

“E o anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Levanta-te e vai (…)” – (Vs 26a);

“E levantou-se e foi…” – (Vs 27a);

“E disse o Espírito a Filipe…” (Vs 29a)

Chegar-se era o anúncio das boas novas do evangelho e ajuntar-se era pôr-se junto, unir-se no sentido de ajudar na mudança do velho entendimento da Palavra para o novo e verdadeiro entendimento.

 

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA

A assistência dada pela igreja ao visitante, ou ao novo convertido, visa sanar qualquer dúvida sobre a palavra, ou sobre o projeto de salvação para sua vida. Não podemos permitir que o necessitado saia de um culto em dúvida. Precisamos nos certificar de que ele entendeu o que o Senhor lhe falou.

Assim, a cada oportunidade nos chegamos e nos ajuntamos ao necessitado, compartilhando a coletânea no louvor, compartilhando a bíblia na leitura da mesma, levantando a mão em sinalização para atendimento após a palavra, no acompanhamento da assistência por um obreiro, etc.

A abordagem que se faz na evangelização é para conhecer de perto a necessidade de salvação do pecador. É dar a ele a oportunidade de expor suas dúvidas para alguém que conhece a resposta às dúvidas dele, que é o servo evangelista, na direção do Senhor.

 

“… ENTENDES TU O QUE LÊS?” VS 30

Ats 8:30  E, correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías e disse: Entendes tu o que lês?

 

COMENTÁRIO

A ABORDAGEM DO NECESSITADO:

“(…) Entendes tu o que lês?” – (Vs 30);

Filipe sabia o que ele tinha lido, porque ouviu. Ele tomou a iniciativa do diálogo criando uma abertura para que o eunuco falasse de sua dúvida. Demonstrou na pergunta que estava capacitado para explicar todas as dúvidas que o Eunuco tivesse na Palavra, pois conhecia a resposta a todas elas. Essa resposta estava no seu conhecimento da palavra e na experiência que tinha com Jesus.

APLICAÇÃO PROFÉTICA

Na assistência àquela pessoa que o Senhor quer salvar é preciso que o servo esteja capacitado a responder a todas as suas indagações. Ele precisa estar envolvido no contexto profético. Precisa saber qual a palavra relacionada ao momento. Por isso, é importante, por exemplo, o servo que fará a assistência num culto participar do culto profético, estar atento e em comunhão no culto, a fim de poder fazer uma boa assistência.

Somente o servo que tem o conhecimento e experiência com o Senhor é capaz de dar todas as respostas. Não se trata simplesmente de conhecimento teórico de Bíblia.

 

“… E COMEÇANDO NESTA ESCRITURA, LHE ANUNCIOU A JESUS.” VS 35

Ats 8:35  Então, Filipe, abrindo a boca e começando nesta Escritura, lhe anunciou a Jesus.

 

COMENTÁRIO

FILIPE era homem cheio do Espirito Santo e de sinais (Atos 8:6). Sua resposta demonstrou um profundo conhecimento das profecias sobre O Senhor Jesus – (Vs 31 A 35). Demonstrou também seu entendimento do momento profético. Ele não começou por uma palavra que lhe convinha, ou que dominasse mais, mas começou “naquela palavra”, pois ela era profética para aquele momento. O Espírito Santo criou aquela oportunidade. O eunuco não seria salvo por um convencimento teológico, mas Deus estava operando no profético.

Aquele homem era religioso, adepto do judaísmo, que por certo lhe ensinou religião, mas deixou sua alma vazia. A alma do eunuco queria entender a profecia.Filipe não podia se calar, pois ele tinha a revelação daquela palavra.

 

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA

O ponto de partida para uma evangelização que leve o homem a se converter ao Senhor é a revelação de Jesus na Palavra. “…começando nesta Escritura…”. Por isso toda a mensagem tem que falar sobre o Senhor Jesus, mesmo que seja pregada no Velho Testamento.

A assistência dada pela igreja num culto ocorre dentro do contexto profético daquele momento, pois todos os atos do culto são proféticos, como o louvor, a palavra e os dons. O necessitado será alcançando nesse contexto profético. Por isso, ao assistirmos alguém, não nos valemos do conhecimento bíblico, simplesmente, ou de argumentos teológicos, mas sim do aspecto profético em que o culto se deu. Assistimos a partir dos louvores cantados, da palavra pregada e dos dons manifestos no culto.

 

“… E DESCERAM AMBOS À ÁGUA TANTO FILIPE COMO O EUNUCO…” VS 38

Ats 8:38  E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o batizou.

 

COMENTÁRIO

O texto fala da conclusão do trabalho do Evangelista. O batismo do eunuco era a evidencia de uma assistência completa àquele que Jesus salvou na Estrada de Gaza. Filipe acompanhou aquele testemunho público de alguém que fora evangelizado pela sua instrumentalidade. Ele não abandonou o eunuco no caminho, mas foi com ele até as águas, onde estava evidenciada sua definição e conversão.

 

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA

Enquanto o novo convertido não fez sua publica profissão de fé, através do Batismo nas águas, o trabalho de assistência ainda não terminou. Um trabalho que teve início e fim com o resultado de uma assistência bem dada.

A experiência vivida pela igreja é essa, de acompanhar o novo até que ele se defina e possa caminhar sozinho, sem criar inclusive dependência humana, mas preparando o novo para seguir jubiloso seu caminho.

O etíope mandou parar o carro, porque não poderia prosseguir aquela viagem sem publicar com o batismo a decisão que mudou a sua vida. Seu rumo naquela parada era ir até às águas do batismo. Até ali foi o caminho da dúvida, mas a partir dali o caminho do júbilo da salvação.

 

TAREFA PARA SALA DE AULA:

  1. Você seria capaz de contar uma experiência de um testemunho de um jovem ou obreiro ou mesmo sua, sobre uma assistência que ele tenha dado a alguém, seja após o culto na igreja ou numa evangelização individual, que se estendeu até o batismo?
  2. Conte pelo menos uma para algum dos itens propostos hoje.

 

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS 17-01-2015

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

ESCOLA BÍBLICA DE JOVENS E OBREIROS – 17-jan-2015

TEMA: EVANGELIZAÇÃO

ASSUNTO: O ENSINO DA EVANGELIZAÇÃO

TEXTO FUNDAMENTAL: JOÃO 4.35

COMENTAR O ENSINO DADO PELO SENHOR JESUS SOBRE O TRABALHO DE EVANGELIZAÇÃO DA IGREJA EM JOÃO 4.35.

 

“NÃO DIZEIS VÓS QUE AINDA HÁ QUATRO MESES ATÉ QUE VENHA A CEIFA? EIS QUE EU VOS DIGO: LEVANTAI OS VOSSOS OLHOS, E VEDE AS TERRAS, QUE JÁ ESTÃO BRANCAS PARA A CEIFA”.

 

FAZER A APLICAÇÃO PROFÉTICA

(Os textos usados neste estudo foram extraídos da Tradução de João Ferreira de Almeida, Edição Revista e Corrigida, versão 1995).

============================================================

 

OBSERVAÇÕES:

  1. Sugerimos que os jovens e obreiros sejam separados em TRÊS grupos, ou TRÊS jovens e obreiros, para as tarefas que estão no final da lição.
  2. Os textos em itálico são transcrições literais dos estudos recebidos dos grupos de jovens e obreiros.

==========================================================

 

LEITURA DO TEXTO FUNDAMENTAL:

– JOÃO 4.35 – (JFA-ERC-1995)

“Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa.”

=====================================================

 

INTRODUCAO:

A didática do ensino do Senhor Jesus é maravilhosa, pois o cenário ali no Poço de Jacó era muito apropriado para o ensino aos seus discípulos acerca do trabalho de evangelização da igreja, principalmente a parte deles nesse trabalho. Mais tarde, como apóstolos eles iriam precisar dessa lição para o trabalho de testemunhar do Senhor Jesus através da pregação do evangelho.

Muito bem intencionados que estavam, dialogaram com o Senhor sobre uma preocupação natural deles quanto ao Senhor se alimentar, pois Ele havia chegado ali cansado e, pelo horário, por certo, com necessidade de comer algum alimento.

Todavia o Senhor lhes chama a atenção para um alimento que Ele denominou de “fazer a vontade do meu Pai” (vs 34) no trabalho de salvação da mulher samaritana e os homens da cidade de Samaria.

Portanto, no conceito do Senhor Jesus evangelizar é fazer a vontade do Pai. Evangelizar é também realizar a obra. Esse trabalho é alimento para o servo e para a igreja. A evangelização fortalece a igreja e a faz crescer em número de vidas salvas. Para Jesus esse trabalho era prioridade sobre qualquer coisa, por mais necessária que fosse ao homem, como o alimento, que era a preocupação dos discípulos naquele momento. Portanto, para o Senhor Jesus, evangelizar uma pessoa era mais importante do que comer alguma coisa, ainda que estivesse com fome, pois para ele, o espiritual sempre se sobrepõe ao material.

 

=============================================================

COMENTAR O ENSINO DADO PELO SENHOR JESUS SOBRE O TRABALHO DE EVANGELIZAÇÃO DA IGREJA EM JOÃO 4.35.

 

“NÃO DIZEIS VÓS QUE AINDA HÁ QUATRO MESES ATÉ QUE VENHA A CEIFA? EIS QUE EU VOS DIGO: LEVANTAI OS VOSSOS OLHOS, E VEDE AS TERRAS, QUE JÁ ESTÃO BRANCAS PARA A CEIFA” – João 4:35

 

COMENTÁRIO DO ENSINO

“Não dizeis vós…?”

É possível que em algum momento, a conversa entre os discípulos dissesse respeito à colheita, até porque a agricultura, sobretudo as culturas de grãos eram fundamentais para o sustento das pessoas em Israel. Havia sempre uma expectativa quanto à colheita. Nesse caso, uma colheita que iria acontecer quatro meses adiante.

Isso denota um tipo de preocupação até natural do homem com a vida secular. Vale ressaltar que, a primeira preocupação deles ao chegarem ao poço de Jacó foi o alimento. Por isso, eles foram à cidade comprar comida (vs 8). Todavia, a preocupação do Senhor Jesus era com a salvação não só da mulher, mas também dos demais samaritanos.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA DO ENSINO

As preocupações com os aspectos seculares da vida do servo não podem sobrepor a realização da Obra, sobretudo no aspecto da evangelização. Precisamos estar sensíveis à necessidade de salvação daqueles que estão à nossa volta no tempo que se chama hoje. Terminado um culto, minha prioridade não á sair às pressas da igreja para atender aos meus compromissos, mas é atender primeiro o visitante.

 

COMENTÁRIO DO ENSINO

“Eis que eu vos digo…”

A conversa entre eles era relacionada ao material, mas o que o Senhor Jesus tinha a dizer era espiritual e profético. Havia um desalinhamento entre aquilo que era prioridade para Jesus e aquilo que era prioridade para os discípulos. Entretanto, Jesus lhes revelou aquilo que realmente importava no plano de Deus, que era a salvação dos samaritanos, a fim de que eles estivessem no mesmo momento profético em que Ele estava e não “quatro meses” mais tarde.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA DO ENSINO

A igreja fiel está atenta àquilo que o Senhor Jesus diz pelo seu Espírito. Embora vivamos dias difíceis não podemos permitir que as preocupações e afazeres da vida secular nos impeçam de realizar a Obra, levando o evangelho àqueles que estão necessitados, testemunhando a eles daquilo que o Senhor fez e continua fazendo em nossas vidas. Isso o evangelista não podemos deixar para mais tarde.

 

COMENTÁRIO DO ENSINO

“Levantai os vossos olhos”

A palavra do Senhor Jesus denotava uma mudança de foco. Eles estavam “olhando” para um plano limitado à suas próprias vidas, olhando para suas próprias necessidades materiais e terrenas. Levantar os olhos é ver aquilo que é profético. Era olhar para a Obra de salvação cuja responsabilidade seria deles.

Levantar os olhos é ver com os olhos da revelação e assim, é ver as terras, ou seja, o coração dos homens pronto para a colheita.

 

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA DO ENSINO

O Senhor Jesus tem despertado sua igreja nessa última hora a levantar os seus olhos. O olhar da igreja está alinhado com o olhar do Senhor. Ela vê o profético. Ela prioriza a salvação. Ela sabe de sua responsabilidade com as almas perdidas. Por isso, viver a Obra para nós não é viver um evangelho voltado para nossas necessidades materiais e terrenas. Obra para nós é olhar o profético e testemunhar ao mundo à nossa volta a grande salvação em Jesus.

 

COMENTÁRIO DO ENSINO

“E vede as terras, que já estão brancas para a ceifa”

No versículo 30, os homens de Samaria aceitaram o convite pelo testemunho da mulher e saíram da cidade em direção o poço de Jacó, onde estava Jesus com seus discípulos. Portanto, é possível que, quando eles levantaram os olhos viram aqueles homens vindo ao encontro de Jesus. Não visão humana era apenas um grupo de homens. Mas para o olhar profético do Senhor Jesus eles eram “as terras brancas para a ceifa”. Eram almas que seriam colhidas naquele momento para o reino. Foi isso que os discípulos passaram a enxergar e entender como prioridade.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA DO ENSINO

Quando a visão do mundo à nossa volta é profética, alinhada com o projeto de salvação do Senhor Jesus (“… Ide por todo mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” Marcos 16.15), olhamos as pessoas e vemos “terras brancas para a ceifa”. Por isso, o Senhor revelou um grande trabalho de evangelização ao longo do ano, com diversos seguimentos da sociedade. Assim, no olhar profético do Senhor Jesus, as crianças, intermediários, adolescentes, jovens, secundaristas, universitários, colegas de trabalho, vizinhos, familiares e autoridades, por exemplo, são “terras brancas para a ceifa”.

A igreja entendeu que a evangelização se dá num tempo que se chama hoje. Nossos familiares, nossos colegas, nossos vizinhos e todos que estão ao nosso alcance, são terras brancas, maduras, que podem ser colhidos para o reino a qualquer tempo pelos trabalhadores que somos nós. Não precisamos esperar os meses específicos para evangelização. Nesses meses há uma ênfase, mas as terras estão brancas hoje para a colheita.

 

TAREFA PARA SALA DE AULA:

  1. Você seria capaz de contar uma experiência de alguém ou mesmo sua com algum descuido no trabalho de evangelização pessoal e qual foi o resultado?
  2. Por outro lado, poderia falar sobre uma experiência de evangelização pessoal que produziu resultado de salvação de vida ou de vidas?
  3. O que pode acontecer com os frutos de uma lavoura que já está pronta para colheita, se essa colheita for feita somente mais tarde? Comparar isso com evangelização.

 

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS 10-05-2015

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

PERGUNTA PARA JOVENS E OBREIROS– 10-jan-2015

– ASSUNTO: EVANGELIZAÇÃO NA IGREJA PRIMITIVA

– TEXTO FUNDAMENTAL: ATOS 4.20

COM BASE NO TEXTO DE ATOS 4.20 FAZER UMA CORRELAÇÃO DO TRABALHO DE EVANGELIZAÇÃO DA IGREJA COM A PROMESSA FEITA EM ATOS 1.8.

 

“… NÃO PODEMOS DEIXAR DE FALAR…”

“… E SER-ME-EIS TESTEMUNHAS…”

 

FAZER APLICAÇÃO PROFÉTICA

(Os textos usados neste estudo foram extraídos da Tradução de João Ferreira de Almeida, Edição Revista e Corrigida, versão 1995).

==================================================================

 

OBSERVAÇÕES:

  1. Sugerimos que os jovens e obreiros sejam separados em DOIS grupos, ou DOIS jovens e obreiros, para participarem das atividades propostas nesta lição.
  2. Separar também DOIS jovens ou obreiros para as tarefas que estão no final da lição.
  3. Os textos em itálico são transcrições literais dos estudos recebidos dos grupos de jovens e obreiros.

==========================================================

 

LEITURA DO TEXTO FUNDAMENTAL:

– ATOS 4.20 – (JFA-ERC-1995)

“Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.”

=====================================================

 

INTRODUCAO:

O significado da palavra evangelho é boa nova, boa notícia, ou boa mensagem. Assim, a salvação em Jesus é a boa notícia, a boa nova para o pecador. Por isso, o Senhor Jesus deu uma ordem aos seus discípulos, dizendo: “… Ide por todo mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16.15).

A Obra de redenção da alma humana, sendo uma Obra do Espírito Santo, foi confiada à igreja, haja vista que o Espírito Santo foi derramado sobre ela, revestindo-a de poder para sair ao mundo com essa boa mensagem (ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder. Lucas 24.49).

Esse foi o propósito do Senhor Jesus manifestado já no chamado dos discípulos, quando disse: “… Não temas, de agora em diante serás pescador de homens.” (Lucas 5.10). Portanto, a igreja fiel não pode escusar-se dessa responsabilidade, mas entendendo ela seu chamado atende voluntariamente àquele que a escolheu e nomeou, levando as boas novas onde quer que esteja.

“Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça…” (João 15.16).

 

A igreja primitiva compreendeu essa responsabilidade de forma extraordinária e mesmo num ambiente adverso, sem estrutura e infraestrutura, tais como templos, meios de transporte eficientes e meios de comunicação, cresceu de forma significativa.

A evangelização se dava nos ajuntamentos, isto é nos cultos, mas também a partir do testemunho individual, que é o foco dessa primeira reunião com esse tema.

O crescimento da igreja se deveu, portanto, também ao fato de que a mensagem do evangelho não era função específica dos apóstolos, ou de um grupo distinto de pessoas na igreja, mas cada crente era um “potencial evangelista”. Após a morte de Estêvão, por exemplo, os crentes que foram dispersos por causa das persequições“…iam por toda parte, anunciando a palavra.” Atos 8.4

Eles tinham senso de urgência em falar, pois entendiam que Jesus viria logo. Não havia tempo a perder. Testemunhavam principalmente aos parentes, amigos e a todos que estivessem ao seu alcance na comunidade.

Não havia uma cartilha, nem curso de evangelização. A oportunidade surgia, eles ousadamente testemunhavam, e o Espírito operava. Esse testemunho não estava relacionado a algum benefício físico, ou material recebido pelo crente, mas sim à salvação da alma, ao entendimento profético a respeito de Jesus, a promessa de um reino eterno e da vinda gloriosa do Senhor Jesus.

 

=============================================================

COM BASE NO TEXTO DE ATOS 4.20 FAZER UMA CORRELAÇÃO DO TRABALHO DE EVANGELIZAÇÃO DA IGREJA COM A PROMESSA FEITA EM ATOS 1.8.

 

“… NÃO PODEMOS DEIXAR DE FALAR…” Atos 4.20

“Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.”

 

“… E SER-ME-EIS TESTEMUNHAS…” Atos 1.8

“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra.”

 

CORRELAÇÃO

Batismo com o Espírito Santo é o preparo para o arrebatamento, pois o derramar do Espírito formou um corpo, que é a igreja, e é esse corpo que será arrebatado.

“Pois nós fomos batizados em um Espírito formando um corpo…” I Cor 12.13

Todavia, a promessa feita pelo Senhor Jesus em Atos 1.8 foi o derramar do Espírito Santo sobre os discípulos enfatizando a capacitação para testemunhar. Portanto, batismo com o Espírito Santo é: preparo para o arrebatamento e poder para testemunhar.

A palavra testemunhar significa falar do que viu, ou ouviu. É mais do que um bom comportamento. O Senhor Jesus disse em Lucas 24:49 que o batismo com Espírito Santo é um revestimento de poder. A palavra poder pode ser definida como: “capacidade de influenciar o outro”.

Portanto, em Atos 1.8, a promessa feita era de que o Espírito Santo seria derramado sobre a igreja a fim de capacitá-la para influenciar a alma do homem pecador com a mensagem de salvação que eles viram e ouviram.

Em atos 4.20, Pedro e João confirmaram o propósito para o qual eles receberam o Espírito Santo, pois em Atos 4.8 diz que Pedro estava “cheio do Espírito Santo.”

Os discípulos estavam sendo ameaçados para não mais falarem do Senhor Jesus, isso porque o número dos que creram após a palavra de Pedro chegou a quase cinco mil (Atos 4.4).

A expressão usada por Pedro demonstra que ele era uma testemunha. Ele não podia se calar.

“Não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido” Atos 4.20.

É importante notar que o testemunho dele tem um caráter dinâmico, pois ele não se refere ao passado. Ele não fala do que viu e ouviu como um ato isolado no passado, mas do que tem visto e ouvido, pois o testemunho de Jesus é vivo, porque Ele está vivo. Por isso eles continuavam vendo e ouvindo, uma vez que Jesus continuava operando pelo seu Espírito que havia sido derramado.

 

FAZER APLICAÇÃO PROFÉTICA

A experiência da igreja dos nossos dias está identificada com a experiência da igreja primitiva. Fomos batizados com o Espírito Santo. Vivemos a expectativa do arrebatamento, mas também “não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.”

Há uma mensagem, uma boa nova que nos foi confiada. Cada crente nessa Obra é responsável por levar essa mensagem ao necessitado, onde quer que esteja, a cada oportunidade, com equilíbrio e sabedoria, pois cada servo é um “potencial evangelista”.

Temos “visto e ouvido” todos os dias. O Senhor Jesus tem se revelado a nós pelo seu Espírito. Só pode deixar de falar aquele que não está vendo, nem ouvindo.

Falamos daquilo que Ele está fazendo. Falamos em casa, no trabalho, na escola, na faculdade, na assistência nos cultos, nas visitas, etc. Não nos intimidamos com as ameaças, perseguições e lutas.

“EM MEIO A ESTA GRANDE OPERAÇÃO NÃO PODEMOS NOS CALAR, A IGREJA FIEL ANUNCIA AO MUNDO ESTAS GRANDES OPERAÇÕES DE DEUS, A IGREJA EVANGELIZA NA DIREÇÃO DO ESPIRITO PARA QUE AS ALMAS NECESSITADAS POSSAM ALCANÇAR A SALVAÇÃO. NÃO PODEMOS DEIXAR DE FALAR, POR QUE SOMOS TESTEMUNHAS DA GRANDE OBRA QUE DEUS ESTA REALIZANDO”.

 

Não podemos deixar de falar:

– do que temos visto como resultados da nossa experiência pessoal com a salvação em Jesus;

– daquilo que o Senhor tem mostrado nos dons espirituais;

– do que temos ouvido através das revelações dadas pelo Senhor pelos dons espirituais no culto profético;

– da Obra que o Espirito Santo tem realizado no nosso meio.

– dos sinais que o Senhor tem operado no nosso meio: salvação, curas, batismo com o Espirito Santo, etc;

 

TAREFA PARA SALA DE AULA:

Dar oportunidade aos jovens e obreiros para falar de seus testemunhos com experiências de evangelização, encorajando aqueles que ainda não têm, a buscarem no Senhor.

===================================================================

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

ESTUDOS BÍBLICOS PARA JOVENS E OBREIROS – 29-nov-2014

TEMA: DOUTRINAS BÁSICAS DA OBRA NA PRÁTICA

ASSUNTO: DONS ESPIRITUAIS COM SABEDORIA

TEXTO FUNDAMENTAL: I CORÍNTIOS 12:8

 

EM I CORÍNTIOS 12.8 A PALAVRA NOS FALA SOBRE O DOM: A PALAVRA DA SABEDORIA.

IDENTIFICAR E COMENTAR EM I REIS 3.24-28 O EXERCÍCIO DO DOM: A PALAVRA DA SABEDORIA.

 

FAZER A APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA

 

OBSERVAÇÕES:

  1. Sugerimos que os jovens e obreiros sejam separados em DOIS grupos, ou DOIS jovens e obreiros, para participarem das atividades propostas nesta lição.
  2. Separar também DOIS jovens ou obreiros para as tarefas que estão no final da lição.
  3. Os textos em itálico são transcrições literais dos estudos recebidos dos grupos de jovens e obreiros.

 

LEITURA DO TEXTO FUNDAMENTAL:

– I CORÍNTIOS 12:8 – (JFA-ERC-1995)

“Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência;”

INTRODUÇÃO

O DOM: A PALAVRA DA SABEDORIA EM I CORÍNTIOS 12.8:

A palavra da sabedoria é um dos nove dons relacionados por Paulo no Capitulo 12 da 1ª carta aos Coríntios.

 

A sabedoria no uso dos dons espirituais:

– se manifesta colocando nos seus devidos lugares aquilo que confirmadamente veio do Senhor através do dom de discernimento de espíritos, sem precipitação ou euforia, os quais tanto prejudicam a Obra do Senhor. É como uma casa que não se começa a sua edificação pelo telhado, mas pelo alicerce.

– é o dom concedido pelo Espirito Santo para se conhecer o tempo ou momento e o modo ou forma de entregar um dom espiritual. É através desse dom que vamos conhecer aquilo que o Senhor está revelando.

 

A sabedoria na vida da Igreja:

– é fundamental a sabedoria na vida da Igreja, não só no exercício dos dons, mas em toda a formação da igreja. Em tudo que a igreja faz. A sabedoria deve ser usada, inclusive na questão comportamental da igreja. A igreja é corpo e tem “um cabeça”. Ela tem equilíbrio. Tudo na igreja tem que estar conforme aquilo que o Senhor quer.

Exemplo: culto com ordem e decência. Não se expõe, por exemplo, os segredos do Senhor fora do ambiente da igreja. Imagine um irmão contando um dom espiritual dentro de um ônibus coletivo a outro irmão em voz alta! Isso é falta sabedoria.

 

A sabedoria na forma de orar: oração com gritos, gemidos, sussurros, etc. Faltou sabedoria.

É recomendável que obreiros, diáconos e pastores exercitem esse dom buscando-o com zelo, visto que é imprescindível para o governo da igreja.

IDENTIFICAR E COMENTAR EM I REIS 3.24-28 O EXERCÍCIO DO DOM: A PALAVRA DA SABEDORIA.

 

– I REIS 3:24-28

“24  Disse mais o rei: Trazei-me uma espada. E trouxeram uma espada diante do rei.

25  E disse o rei: Dividi em duas partes o menino vivo: e dai metade a uma e metade a outra.

26  Mas a mulher cujo filho era o vivo falou ao rei (porque o seu coração se lhe enterneceu por seu filho) e disse: Ah! Senhor meu, dai-lhe o menino vivo e por modo nenhum o mateis. Porém a outra dizia: Nem teu nem meu seja; dividi-o antes.

27  Então, respondeu o rei e disse: Dai a esta o menino vivo e de maneira nenhuma o mateis, porque esta é sua mãe.

28  E todo o Israel ouviu a sentença que dera o rei e temeu ao rei, porque viram que havia nele a sabedoria de Deus, para fazer justiça”.

 

IDENTIFICAR E COMENTAR:

O rei Salomão está fazendo um julgamento com sabedoria, pois foi a capacitação que pediu a Deus para reinar sobre Israel. As duas mulheres reivindicam a criança alegando pertencer a uma delas. “Trazei-me a espada”, foi a ordem do rei. A espada estava diante do rei para a execução do juízo: dividir a criança ao meio. Uma das mulheres concordou que a criança fosse dividida ao meio, mas a outra não.

Mandar trazer a espada naquele julgamento foi um ato de grande sabedoria de Salomão, pois foi uma ação do rei que trouxe temor a todos os que estavam presentes ali. Trazer a espada mostra que a Palavra deve ser a base da sabedoria.

Diante da sabedoria do rei a mãe verdadeira agiu com sabedoria negando-se a si mesma para que a criança fosse preservada viva. Esta atitude sábia dela contribuiu para que o rei fosse honrado e assim ela recebeu o benefício de ter-lhe sido devolvida a criança.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

O rei Salomão assume nesse julgamento a tipologia do Espirito Santo. A espada é a Palavra de Deus. As duas mulheres são figura de uma igreja fiel e outra infiel. A igreja infiel matou a criança (a Obra) de noite com o peso da sua carne: o peso da razão e do argumento.

A igreja infiel quer a Obra morta, pois tudo o que prega é argumento somente para esta vida: pão e água material; salvação pelas obras e toda sorte de heresias que causam divisão e desvio da Verdade absoluta. Tudo para a “falsa mãe” é relativo.

A igreja fiel, ao contrário, renuncia a tudo para que a Obra permaneça viva. A Obra do Espírito Santo pertence à igreja fiel de Jesus.

Se a questão for a preservação da Obra viva, essa questão precisa ser levada ao rei, porque quem vai decidir isso é a sabedoria do rei. Abrir a Palavra na sabedoria do Espirito Santo é que vai levar o servo a decidir-se por conservar a Obra viva.

Aquela questão só foi resolvida porque foi levada perante o rei.

Um recurso que a igreja usa para exercitar o dom “palavra da sabedoria” é o uso da Palavra de Deus como base para o exercício deste dom.

A vida do servo pautada na Palavra de Deus não deixa dúvida sobre a verdadeira Obra, que foi gerada em nós pelo Espírito Santo.

O dom da sabedoria é preciso estar de acordo com a Palavra. A base é a Palavra. Não pode contrariar a Palavra. A espada é a palavra revelada. Se tivermos palavra revelada no culto, então temos a sabedoria do Espirito Santo nesse culto. Assim no ministério, nas mensagens, no louvor revelado, na doutrina.

A palavra da sabedoria é sempre definida sobre a Palavra de Deus, porque ela é viva e eficaz.

 

TAREFAS PARA SALA DE AULA:

  1. O que pode acontecer na entrega de um dom espiritual sem sabedoria? Citar um exemplo e comentar.
  2. É possível citar um recurso que podemos usar para exercitar o dom da palavra da sabedoria?

 

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

 

ESCOLA BÍBLICA  DE JOVENS E OBREIROS – 22-nov-14

TEMA: DOUTRINAS BÁSICAS DA OBRA NA PRÁTICA

Assunto: DONS ESPIRITUAIS NO CORPO

TEXTO FUNDAMENTAL: I CORÍNTIOS 12:8-11

 

EM I CORÍNTIOS 12.10 A PALAVRA NOS FALA SOBRE O DOM DE DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS.

 

IDENTIFICAR E COMENTAR EM ATOS 16.6-10 O EXERCÍCIO DO DOM DE DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS.

 

FAZER A APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA

(Os textos usados neste estudo foram extraídos da Tradução de João Ferreira de Almeida, Edição Revista e Corrigida, versão 1995).

 

 

OBSERVAÇÕES:

  1. Sugerimos que os jovens e obreiros sejam separados em TRÊS grupos, ou TRÊS jovens e obreiros, para participarem das atividades propostas nesta lição.
  2. Separar também DOIS jovens ou obreiros para as tarefas que estão no final da lição.
  3. Os textos em itálico são transcrições literais dos estudos recebidos dos grupos de jovens e obreiros.

 

 

LEITURA DO TEXTO FUNDAMENTAL:

– I CORÍNTIOS 14:10 – (JFA-ERC-1995)

“e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas”.

=====================================================

INTRODUÇÃO

O DOM DE DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS EM I CORÍNTIOS 12.10:

Discernir os espíritos é um dos nove dons relacionados por Paulo no Capitulo 12 da 1ª. carta aos Coríntios. Discernir é compreender ou separar uma coisa da outra. Portanto, discernimento de espíritos é a manifestação do Espirito Santo para dar à igreja a compreensão daquilo que procede do Senhor e aquilo que não procede do Senhor. O exercício desse dom pela igreja é fundamental para que ela não seja confundida. É recomendável que obreiros, diáconos e pastores exercitem esse dom buscando-o com zelo, visto que é imprescindível para o governo da igreja.

O ensino bíblico mostra que existem três espíritos: o Espírito Santo, da parte de Deus, o espirito do homem e o espirito do mal. A manifestação dos dons espirituais está sujeita ao discernimento de espíritos para saber se ela provém do Senhor ou do homem, ou até mesmo do mal.

Exemplo disso está na passagem em Mateus 16, quando nos versos 16-17, ocorre uma manifestação que o Senhor Jesus discerniu ter vindo do Espirito Santo, enquanto que nos versos 22-23, ocorre outra manifestação que o Senhor Jesus discerniu que era de procedência do mal.

Em Atos 16:6-10 Paulo e Silas travam uma verdadeira luta contra as suas intenções, por melhores que fossem no exercício do dom de discernir os espíritos para entender o que é a vontade do Espirito do Senhor e a intenção do espirito do homem.

 

 

IDENTIFICAR E COMENTAR EM ATOS 16.6-10 O EXERCÍCIO DO DOM DE DISCERNIMENTO DE ESPÍRITOS.

 

  1. – ATOS 16.6

“E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia”.

 

IDENTIFICAR E COMENTAR:

No verso 6 de Atos 16, Paulo a Silas apresentaram a intenção de anunciar a palavra na Ásia, mas foram impedidos pelo Espirito Santo. O impedimento do Espirito Santo mostra que faltou o cuidado de discernir bem se aquela intenção dos apóstolos procedia do Senhor ou era algo meramente proveniente do espirito humano.

A execução daquele projeto já havia começado pela Frigia e Galácia, quando até então não havia sido ainda discernida a vontade do Senhor. O discernimento de espíritos ocorreu quando passaram a entender a ação de impedimento do Espirito Santo. A partir do discernimento de espíritos não deram continuidade àquele projeto de anunciar a palavra na Ásia. O Espirito Santo impediu a realização de uma Obra que ia ser feita sem discernir a vontade do Senhor da intenção do homem. Certamente não iria ter qualquer resultado.

Embora anunciar o evangelho fosse uma ordem do Senhor Jesus, não estava no projeto do Senhor anuncia-lo na Ásia naquele momento.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

A boa vontade dos servos e suas boas intenções nem sempre coincidem com o plano de Deus, mas é preciso discernir se cada ação ou decisão está de acordo com a vontade do Senhor.

Um recurso que a igreja usa para exercitar o discernimento de espíritos é a consulta à Palavra, pois a carta aos Hebreus 4:12 diz que “ela é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”. Quando a vontade do Senhor é consultada, então se manifesta o dom de discernimento de espíritos para separar a vontade do Senhor da intenção do homem.

 

 

  1. – ATOS 16.7

“E, quando chegaram a Mísia, intentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lho permitiu”.

                                      

IDENTIFICAR E COMENTAR:

O passo seguinte para o exercício do discernimento de espíritos foi quando, impedidos de ir para a Ásia pelo Espirito Santo, chegam à Mísia onde apresentam outra intenção própria do espirito do homem: ir para a Bitínia.

Desta vez a ação contrária do Senhor a esse outro projeto foi de não permitir. A não permissão subentende que ambos, por certo, buscaram a direção do Senhor para atender às suas intenções que eram do espírito humano. Ainda que fossem as melhores intenções, eram humanas. Esse era o desejo dos dois apóstolos, mas não era a vontade do Espirito Santo para aquele momento.

A forma como o Espirito Santo não permitiu que Paulo e Silas executassem suas intenções mostra que faltou mais uma vez o discernimento de espíritos para saber se aquela intenção provinha ou não do Senhor. Mesmo sendo diferente da primeira intenção, ambas estavam no contexto da falta de discernimento entre aquilo que provém do espirito do homem daquilo que provém do Espirito Santo.

Ainda que tivessem sido comissionados pelo Senhor Jesus para ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura, isso seria feito na direção do Senhor e no momento certo.

É importante observar que o impedimento do Espirito Santo de que eles agissem de acordo com sua própria vontade não os entristeceu, mas, ao contrário, os levou a buscarem a vontade do Senhor de tal forma que Paulo teve uma visão.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

Por mais bem intencionados que os servos estejam para realizar a Obra do Senhor, nem sempre isso está de acordo com o plano de Deus. É preciso discernir cada ação ou cada decisão tomada nesse sentido, se está de acordo com a vontade do Senhor para aquele momento.

Quando discernimos que um dom manifestado por um irmão, por exemplo, não é do Senhor, não se trata de uma reprovação ao irmão, mas de um dom que foi julgado no “corpo”. Isso não deve entristecer o irmão, mas, pelo contrário, deve encorajá-lo a buscar ainda mais e com mais zelo para alcançar aquilo que é do Espirito Santo.

 

  1. – ATOS 16.9-10

9 – “E Paulo teve, de noite, uma visão em que se apresentava um varão da Macedônia e lhe rogava, dizendo: Passa à Macedônia e ajuda-nos”!

10 – “E, logo depois desta visão, procuramos partir para a Macedônia, concluindo que o Senhor nos chamava para lhes anunciarmos o evangelho“.

 

IDENTIFICAR E COMENTAR:

Diferentemente das manifestações anteriores que partiram primeiro do espirito do homem, agora a manifestação partiu primeiro do Espirito Santo através da visão que Paulo teve. Paulo teve um dom espiritual que lhe foi dado pelo Espirito Santo, que é o dom de ciências, ou seja, conhecimento. Esse dom se manifesta através de visões, revelações ou sonhos em que o Senhor dá conhecimento (ciência) revelando aquilo que está oculto. (Jer.33:3).

Depois de discernirem que aquele dom espiritual provinha do Espirito Santo puderam perceber que a intenção do Senhor era totalmente oposta à deles. Partir para a Macedônia e não para a Ásia ou Bitínia, era a prova clara do discernimento de espirito que ocorreu naquele dom de ciências. Discerniram tão bem a vontade do Senhor que, mesmo quando estavam no cárcere em Filipos, oravam e cantavam com alegria, sabendo que aquilo era mesmo procedente do Senhor. Assim a Obra teve inicio em Filipos, porque os servos tiveram discernimento de espíritos.

O discernimento de espíritos aqui foi alcançado no “corpo”, na expressão: “…procuramos partir…concluindo…”. A conclusão que os levou a discernir a vontade do Senhor os levou a tomar uma decisão juntos, ou seja, no corpo, pois procuraram logo partir para a Macedônia.

No lugar onde está o corpo, também está a cabeça, por isso o discernimento de espirito faz prevalecer na igreja a vontade daquele que é “O Cabeça”, que é Cristo.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

Na igreja temos sempre a preocupação de esperar que o Senhor dê a direção através dos dons para discernirmos a vontade do Senhor a fim de realizar a Obra que é dEle. O dom de discernimento de espíritos capacita muito a igreja a separar sempre o que procede do homem, daquilo que procede do Senhor e assim a Obra é realizada tão somente conforme a vontade do Senhor.

É importante observar que a visão que Paulo teve foi discernida no “corpo”, mesmo sendo ele apóstolo. Isso mostra que os dons, independentemente de quem seja usado devem ser submetidos ao “corpo” para que prevaleça apenas aquilo que procede do Espírito Santo.

Este estudo, sobre a experiência da igreja no evangelismo, é uma clara demonstração de que, mesmo com boas intenções, nem sempre o que se pensa fazer vem de Deus. Às vezes é um desejo do coração, dos sentimentos, mas não é um desejo do Espírito Santo, que é quem cuida da Obra.

 

 

TAREFAS PARA SALA DE AULA:

  1. Qual deve ser a reação de um servo usado nos dons quando o Senhor mostra ao “corpo” que o dom que ele entregou não procede do Senhor? Comentar a resposta.
  2. É possível citar um recurso que podemos usar para exercitar o dom de discernimento de espíritos?

 

 

 

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS – 15-11-2014

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

ESCOLA BÍBLICA  DE JOVENS E OBREIROS – 15-nov-2014

TEMA: DOUTRINAS

BÁSICAS DA OBRA NA PRÁTICA

Assunto: DONS ESPIRITUAIS NO CORPO

TEXTO FUNDAMENTAL : I CORÍNTIOS  14

 

EM 1 CORÍNTIOS 14.1 PAULO FALA SOBRE O ZELO NA BUSCA DOS DONS ESPIRITUAIS  ENFATIZANDO O DOM DE PROFETIZAR.

 

IDENTIFICAR A IMPORTÂNCIA DA PROFECIA NOS SEGUINTES DONS:

– DONS DE CURAR (CURA DO CEGO BARTIMEU) – MARCOS 10.51-52

– DONS DE MARAVILHAS (RESSURREIÇÃO DE LAZARO) – JOÃO 11.43

 

FAZER A APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA

 

OBSERVAÇÕES:

  1. Sugerimos que os jovens e obreiros sejam separados em DOIS grupos, ou DOIS jovens e obreiros, para participarem das atividades propostas nesta lição.
  2. Separar também DOIS jovens ou obreiros para as tarefas que estão no final da lição.
  3. Os textos em itálico são transcrições literais dos estudos recebidos dos grupos de jovens e obreiros.

 

LEITURA DO TEXTO FUNDAMENTAL:

– I CORÍNTIOS 14:1 – (JFA-ERC-1995)

Segui a caridade (o amor) e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar”.

INTRODUÇÃO

O ZELO NA BUSCA DOS DONS ESPIRITUAIS ENFATIZANDO O DOM DE PROFETIZAR.

Seguir a caridade (ou amor) é seguir a Jesus, porque Ele é o amor. Seguir o amor é estar no caminho. Os dons espirituais são manifestações do Espirito Santo que conduzem a igreja no Caminho.

É necessário para a igreja procurar com zelo os dons espirituais. Esse zelo visa identificar aquilo que é mais importante nos dons espirituais na igreja que é a profecia, pois a profecia edifica a igreja (I Cor. 14:4). Paulo dá um destaque ao dom de profetizar como aquele que a igreja deve buscar com prioridade, porque ele visa a edificação de todo o “Corpo”.

O caráter profético nos dons sempre vai existir, pois ele representa uma benção espiritual advinda de uma benção física ou material. O Senhor curou o paralitico em Cafarnaum, mas também lhe perdoou os pecados. Todos queriam ver o paralitico andar, mas Jesus estava mais interessado em perdoar-lhe os pecados. Andar é para esta vida aqui, mas pecado perdoado é para a vida eterna. Da mesma forma o cego em Betsaida que Jesus curou, mas recomendou-o a não entrar mais naquela aldeia pecaminosa.

 

IDENTIFICAR A IMPORTÂNCIA DA PROFECIA NOS SEGUINTES DONS:

 

  1. – DONS DE CURAR (CURA DO CEGO BARTIMEU) – MARCOS 10.51-52

“E Jesus, falando, disse-lhe: Que queres que te faça? E o cego lhe disse: Mestre, que eu tenha vista. E Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E logo viu, e seguiu a Jesus pelo caminho.”

 

A IMPORTÂNCIA DA PROFECIA:

A forma como o Senhor abriu os olhos ao cego Bartimeu: um homem que ouviu dizer que Jesus ia passar por ali e que até demonstrou que conhecia Jesus, mas estava sentado à beira do caminho mendigando. Jesus manda chamar o cego, pergunta-lhe se queria ser curado, e ele, manifestando esse desejo, Jesus lhe abre os olhos e ele passa a ver e a seguir a Jesus pelo caminho.

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

Na cura do cego Bartimeu a importância da profecia está no ensino deixado pelo Senhor Jesus quanto a salvação. Ali profeticamente o Senhor Jesus está falando de salvação. É a figura do crente que conhece Biblia, mas não teve ainda a experiência de Jesus se revelar a ele.

Quando ele busca essa experiência então passa a enxergar a Jesus e andar nEle. Os dons espirituais na igreja existem para esta finalidade, ou seja, levar o crente a caminhar na presença do Senhor como os demais irmãos e não mais ser conduzido pela mão dos outros.

O que é importante na cura de alguém é ela ser acompanhada de uma experiência de salvação, pois a cura é somente para esta vida, mas a salvação é para a vida eterna. Paulo em I Cor 12:9 quando fala dos dons de curar faz uma citação no plural, porque são muitas as formas que o Senhor usa para operar curas. Pode ser durante o louvor, a mensagem, a entrega de um dom, a imposição das mãos, etc. Isso independe de um momento especial ou um lugar especial nem tão pouco uma pessoa especial para o Senhor usar para operar isso.

Seguir a Jesus pelo caminho é a grande profecia nos dons de curar.

 

  1. – DONS DE MARAVILHAS (RESSURREIÇÃO DE LAZARO) – JOÃO 11.43

“E, tendo dito isso, clamou com grande voz: Lázaro, vem para fora.”

 

A IMPORTÂNCIA DA PROFECIA:

Lazaro, por certo, morreu no Senhor e, por isso, estava num lugar de delícias. Todavia a expressão que o Senhor Jesus usou ao operar a maravilha da ressurreição de Lázaro era, acima de tudo, para que os que estavam ao redor pudessem crer que ele era o Filho de Deus. (versos 42 e 45). Para ressuscitar Lázaro o Senhor não tocou nele, mas falou com ele com “grande voz”. Pelo fato de ter ouvido a voz do Senhor é que voltou a viver.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

O dom espiritual chamado de Operação de Maravilhas (I Cor.12:10) é uma forma de o Senhor falar de salvação de vidas no nosso meio. O proposito do Senhor é salvar a alma através de uma operação de maravilha de ordem física realizada numa pessoa.

A maior maravilha que o Senhor opera em nosso meio ocorre todas as vezes que nos reunimos, porque essa maior maravilha é a salvação de vidas. Mesmo quando o Senhor opera uma maravilha na forma de uma benção física e material, o objetivo do Senhor é salvação. O que salva não é a maravilha, mas experiência de salvação. Por isso temos maravilhas todos os dias em nosso meio. A ressureição de Lazaro se dá todos os dias quando a igreja vê vidas transformadas pelo poder do Senhor Jesus saindo da morte espiritual para a vida eterna.

A maior de todas as maravilhas é o homem passar da morte para a vida. Chamar Lázaro da morte para a vida fala da Salvação com o um ato, mas desligar-lhes as faixas dos pés e das mãos, bem como retirar o lenço do seu rosto, fala de Salvação como processo.

 

TAREFAS PARA SALA DE AULA:

  1. É possível alguém ser curado de uma enfermidade e depois decidir deixar o Senhor e menosprezar a bênção da salvação? Comentar a resposta.
  2. É possível relacionar o dom de profetizar ao dom de ciência (visão, revelação e sonho)? Comentar a resposta.

 

Palavra ao Professor de Jovens

ESTUDO BÍBLICO PARA JOVENS E OBREIROS – 27-set-2014

TEMA: DOUTRINAS BÁSICAS DA OBRA NA PRÁTICA

ASSUNTO: IGREJA, CORPO DE CRISTO.

TEXTO FUNDAMENTAL: EFÉSIOS 4.15-16

 

EM EFÉSIOS 4.16 PAULO AFIRMA QUE O CRESCIMENTO DO CORPO DE CRISTO E SUA EDIFICAÇÃO ESTÃO RELACIONADOS À “JUSTA OPERAÇÃO DE CADA PARTE”, ONDE CADA MEMBRO EXERCE SUA FUNÇÃO CONSCIENTE DE QUE ESTÁ LIGADO AO CORPO.

 

IDENTIFICAR EM ATOS 3.1-9 ASPECTOS DA AFIRMAÇÃO ACIMA NAS SEGUINTES EXPRESSÕES:

 

“… SUBIAM JUNTOS AO TEMPLO…”.

“… OLHA PARA NÓS.”

“… ENTROU COM ELES NO TEMPLO.”

 

FAZER A APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA

 

 OBSERVAÇÕES:

  1. Sugerimos que os jovens e obreiros sejam separados em TRÊS grupos, ou TRÊS jovens e obreiros, para participarem das atividades propostas nesta lição.
  2. Separar também três jovens ou obreiros para as tarefas que estão no final da lição.
  3. Os textos em itálico são transcrições literais dos estudos recebidos dos grupos de jovens e obreiros.

 

 

LEITURA DO TEXTO FUNDAMENTAL:

– EFÉSIOS 4.15-16 – (JFA-ERC-1995)

“Antes, seguindo a verdade em caridade, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual todo o corpo, bem ajustado e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.”

 

INTRODUÇÃO

AFIRMAÇÃO DE PAULO EM EFESIOS 4.15-16 QUE O CRESCIMENTO DO CORPO DE CRISTO E SUA EDIFICAÇÃO ESTÃO RELACIONADOS À “JUSTA OPERAÇÃO DE CADA PARTE”, ONDE CADA MEMBRO EXERCE SUA FUNÇÃO CONSCIENTE DE QUE ESTÁ LIGADO AO CORPO.

Igreja, corpo de Cristo é uma expressão muito frequentemente usada pelo apóstolo Paulo em suas cartas principalmente aos Coríntios e aos Efésios.

Paulo compara o funcionamento da igreja ao funcionamento de um corpo afirmando que a igreja como um corpo está ligada à cabeça, que é Cristo.

Num corpo, suas diversas partes se inter-relacionam, isto é, dependem umas das outras, sendo responsáveis por uma ou mais atividades, cujo fim comum é a manutenção da vida.

A comparação feita por Paulo é a um corpo “bem ajustado”. Essa expressão está relacionada ao cabeça. A igreja deve estar bem ajustada ao comando do cabeça, que é Cristo. Ele é o governo do corpo. Isso porque a igreja que é corpo de Cristo, age sob o comando dEle, o que é o nosso caso na Obra do Senhor.

Esse corpo bem ajustado ao cabeça, está “ligado pelo auxílio de todas as juntas”, isto é, nenhuma parte está isolada, ou atuando sem interdependência, ou para seu próprio destaque. Com a “justa operação de cada parte”, ou “correta operação de cada parte”, a igreja mostra que cada membro do corpo atua conforme sua função no corpo, tudo sendo feito sob a orientação do Cabeça.

Assim, quando cada membro do corpo executa sua função, sendo ele um pastor, diácono, obreiro, instrumentista, professor, etc, dentro daquilo à que foi designado, a igreja cresce e o corpo é edificado. A partir desse entendimento, não haverá ênfase às partes, mas ao todo, ao corpo de Cristo.

Em Atos 3.1-9 encontramos um contexto do ensino afirmado por Paulo no texto de Efésios 4.15-16.

 

 

IDENTIFICAR EM ATOS 3.1-9 ASPECTOS DA AFIRMAÇÃO ACIMA NAS SEGUINTES EXPRESSÕES:

 

  1. “… SUBIAM JUNTOS AO TEMPLO…” – ATOS 3.1

“Pedro e João SUBIAM JUNTOS AO TEMPLO à hora da oração, a nona”.

 

ASPECTOS:

Pedro e João estavam ali na função de apóstolos. No entanto isso não gerava nenhuma animosidade, ou disputa entre eles, mas pelo contrário, estavam em comunhão entre si e com os demais irmãos. Tinham necessidade de se reunirem com o corpo. Eles dependiam do corpo, dependiam de oração. Nenhuma função no corpo dispensa essa dependência.

Eles estavam comprometidos inclusive com o horário, visto que eles tinham uma função como apóstolos. Portanto era esperado que eles estivessem lá para que não houvesse prejuízo ao funcionamento do “culto” no templo na parte que o Senhor queria usa-los. Eles não podiam falhar naquilo que era responsabilidade deles.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

A igreja, como corpo de Cristo, bem ajustada ao cabeça está sempre bem disposta a atender às revelações do Senhor. “Subimos juntos” quando atendemos as orientações que o Senhor tem dado ao seu povo, pois nossas vitórias dependem da operação do Senhor no corpo. Estamos intimamente ligados uns aos outros pelo vínculo do Espírito.

As diversas funções desempenhadas pelos servos na igreja são motivo de alegria para todos os que estão ligados ao corpo, uma vez que elas visam a edificação do corpo. Assim, a igreja se alegra no uso e no crescimento de um servo, pois não há espaço para “competição” no corpo.

Cada função exercida por um membro deve revelar todo seu comprometimento e zelo com a edificação do corpo, inclusive nas coisas mais simples como o cumprimento de um horário marcado. O membro é uma parte do corpo que precisa “funcionar”, ou atuar, mas em espírito, ou seja, na comunhão com o corpo.

 

  1. “… OLHA PARA NÓS.” – ATOS 3.4

“E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse: OLHA PARA NÓS”.

 

ASPECTOS:

“Olha para nós” foi a expressão dirigida por Pedro a um homem necessitado, que esperava receber alguma ajuda. Embora fosse Pedro o portador da mensagem àquele homem, ele se expressa no plural. Ele estava mostrando que não estava sozinho, que não era ele o “salvador”, ou a “solução” para o problema daquele homem.

Pedro estava falando da experiência que estava vivendo “ligado” ao corpo. A benção não estava nele. Pedro era a parte do corpo que seria usada ali para pregar àquele homem e João era mais uma parte do corpo que seria usada com muitas revelações, como aquelas descritas no Apocalipse. Eles ali estavam atuando dentro da “justa operação de cada parte”.

É possível que o coxo estivesse olhando para Pedro, mas ele o manda olhar para o corpo (“nós”), pois a benção, a vida está no corpo. Pedro demonstrou que não estava interessado em atrair olhares para si por conta de sua instrumentalidade.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

Deus tem usado o corpo valendo-se das funções de cada parte. A mente do homem coxo do nosso tempo está preparada para buscar “salvadores”, “super-homens de Deus”. No entanto, a mensagem que transmitimos ao necessitado é de que somos um corpo. Não há espaço para destaques individuais.

Cada parte usada no corpo deve estar comprometida com o mesmo propósito e a mesma mensagem. Isso deve ser de tal forma que aquele se ajunta conosco perceba que a benção não está em um pastor, nem em um líder ou em alguém que canta, ou em um irmão usado nos dons, mas a benção está na unidade de um corpo ajustado ao cabeça.

Na igreja, corpo de Cristo, não há interesse em atrair olhares para uma parte, mas para o corpo: “Olha para nós”.

 

 

  1. “… ENTROU COM ELES NO TEMPLO.” – ATOS 3.8

“E, saltando ele, pôs-se em pé, e andou, E ENTROU COM ELES NO TEMPLO, andando, e saltando, e louvando a Deus”.

 

ASPECTOS:

O resultado do uso que Deus fez de Pedro quando ele se colocou como parte do corpo foi um sinal que edificou a igreja, pois o coxo passou a andar, bem como o que Pedro fez levou aquele homem a conversão, visto que entrou com eles no templo louvando a Deus.

O reflexo da mensagem “olha para nós” levou aquele homem a desejar entrar com eles no templo. Ele não foi embora pra sua casa. Não foi viver sua fé sozinho, “apascentando-se a si mesmo” (Judas 1:12). Ele agora desejava estar inserido no meio deles, isto é, integrado ao corpo. Ele não entrou com Pedro apenas, pois o coxo entendeu que o apóstolo era apenas parte do corpo, mas entrou com o corpo ali representado por Pedro e João.

Ele não estava se vinculando a uma organização religiosa, nem a um líder religioso, mas a um corpo bem ajustado ao cabeça, que operou em sua vida: “Em nome de Jesus Cristo, o nazareno, levanta-te e anda”.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

Quando um servo é usado na igreja, seja qual for sua instrumentalidade, isso deve produzir antes de tudo edificação para o corpo, além do aumento do corpo, que é a salvação vidas. O uso de cada um se dá em função de uma única direção e um único comando do cabeça.

O entendimento de cada membro, e daqueles que são inseridos no corpo, deve ser a vivência daquilo que pregamos: “Olha para nós”. É o desejo e a necessidade de fazer parte do mesmo corpo. Não nos apascentamos a nós mesmos. O crente precisa ser apascentado no corpo. Não é um vínculo a uma organização religiosa, nem a um líder religioso, nem a um grande pregador da palavra. Por isso não é nosso costume ficar de igreja em igreja em busca de grandes nomes.

Entendemos que a igreja cresce na medida em que seus membros têm consciência de que a responsabilidade para com o trabalho no corpo é que promove seu crescimento. Por isso a Palavra orienta na carta aos Hebreus 10:25 “não deixar a sua própria congregação, como é costume de alguns…”. É ali que ele estará ligado ao corpo tendo melhor participação e contribuindo para o crescimento da igreja.

 

TAREFAS PARA SALA DE AULA:

  1.  Citar alguns benefícios que o crente tem quando está junto, ou seja, ligado ao corpo.
  2.  Citar os prejuízos que o crente pode ter quando se coloca em evidência, atraindo “olhares para si” e não para o corpo.
  3.  O que é que traz melhor participação do membro na igreja: participar da igreja mais próxima da sua residência ou mais distante? Comentar a resposta.

 

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

ESTUDO BÍBLICO PARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL – 13-set-2014

TEMA: DOUTRINAS BÁSICAS DA OBRA NA PRÁTICA

ASSUNTO: IGREJA, CORPO DE CRISTO

TEXTO FUNDAMENTAL: EFÉSIOS 1.22-23

 

EM EFESIOS 1.22 -23 PAULO AFIRMA QUE CRISTO É O CABEÇA DA IGREJA E A IGREJA SEU CORPO.

 

IDENTIFICAR EM ATOS 13.1-2 OS ASPECTOS DO GOVERNO DO CABEÇA SOBRE O CORPO  NA INSTRUMENTALIDADE  DO SERVO (A)   NAS SEGUINTES EXPRESSÕES:

“  NA IGREJA …” ATOS 13.1

“…SERVINDO ELES AO SENHOR…” ATOS 13.2

“…E JEJUANDO…” ATOS 13.2

“… DISSE O ESPÍRITO SANTO …” ATOS 13.2

“…PARA A OBRA A QUE OS TENHO CHAMADO…” ATOS 13.2

 

(Os textos usados neste estudo foram extraídos da Tradução de João Ferreira de Almeida, Edição Revista e Corrigida, versão 1995)

 

 

 

OBSERVAÇÕES:

  1. Sugerimos que os jovens e obreiros sejam separados em CINCO grupos ou CINCO jovens e obreiros, para participarem das atividades propostas nesta lição. Separar também três jovens ou obreiros para as tarefas que estão no final da lição.
  2. Os textos em itálico são transcrições literais dos estudos recebidos dos grupos de jovens e obreiros.

 

 

INTRODUÇÃO

AFIRMAÇÃO DE PAULO EM EFESIOS 1.22-23 QUE CRISTO É O CABEÇA DA IGREJA E A IGREJA SEU CORPO.

Igreja, corpo de Cristo é uma expressão muito encontrada nas cartas de Paulo. Principalmente quando escreve aos Coríntios e aos Efésios, sempre chama a atenção para este assunto. Fala da igreja como corpo tendo como cabeça Cristo.

O Senhor Jesus confirma esta expressão nas palavras: “Tomai, comei, isto é o meu corpo” – Marcos 14:22. Nesta afirmação o Senhor está dizendo que a Igreja é um organismo vivo, porque Jesus é vivo no meio da Sua igreja.

A expressão de Efésios 1.22-23 é para afirmar que o governo da igreja do Senhor Jesus pertence a Ele porque que a igreja “é o Seu corpo”.

 

 

O servo que está integrado na igreja precisa entender o que é submissão ao governo do Senhor Jesus.

A igreja de Antioquia foi caracterizada pela conversão de gentios, pois a palavra antes era levada somente aos Judeus (Atos 11:20-23), após a perseguição pela morte de Estevão. Nesta Igreja os discípulos pela primeira vez foram chamados de Cristãos (Atos 11:26) e foi dela que saiu a primeira viagem missionária de Paulo.

 

 

IDENTIFICAR EM ATOS 13.1-2 OS ASPECTOS DO GOVERNO DO CABEÇA SOBRE O CORPO  NA INSTRUMENTALIDADE  DO SERVO (A),  NAS SEGUINTES EXPRESSÕES:

 

  1. “NA IGREJA …” – ATOS 13.1

Na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé, e Simeão, chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo.”.

 

ASPECTOS:

Um aspecto do governo do “cabeça” sobre o corpo na instrumentalidade do servo (a) a ser considerado nesta expressão, é que o ministério da igreja em Antioquia era muito bem estruturado. Ali havia profetas e doutores (doutrinadores, ou mestres), ministérios da igreja descritos mais tarde por Paulo em Efésios 4:11.

Os ministérios ali naquela igreja se reuniram para buscar a direção do Espirito Santo, que toma o governo daquela reunião e determina que dois apóstolos fossem apartados (separados) para a realização de uma obra para a qual o Senhor os havia chamado. De uma igreja que se submete ao governo do Espirito Santo é que vai sair a primeira viagem missionária.

 

NA PRÁTICA:

Na prática o servo (jovem e obreiro) tem uma estrutura de governo muito segura e bem estruturada no ministério da Obra do Espirito Santo para ele exercer a sua instrumentalidade. Na igreja, a obra a ser realizada é toda feita sob o comando do Espirito Santo e o servo apenas atende ao chamado do Espirito Santo para realizar a sua parte nesta Obra.

Ele realiza a Obra sob o governo do “cabeça”, que é o Senhor Jesus, mas isso ligado ao “corpo”, ou seja, realiza a Obra no “corpo”. O servo, na Obra, não faz nada para agradar a pessoas, nem a si mesmo, pois não se trata de agradar a uma organização, mas agradar ao Senhor. A igreja como corpo de Cristo é um organismo vivo e não uma organização humana.

O governo da igreja local está sob a responsabilidade do pastor, que assume por direção do Senhor através do Presbitério. Esse governo é representado nas decisões dos Polos, Áreas e Regiões, com todas as decisões orientadas sob o governo do Espirito Santo, em conformidade com as orientações de um Conselho levantado pelo Senhor, o qual tem a maior responsabilidade diante do Senhor na condução da Obra do Espírito Santo, tanto no que se refere à preservação da doutrina, quanto na estrutura organizacional visível da igreja.

 

 

  1. “…SERVINDO ELES AO SENHOR…” – ATOS 13.2

“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado”.

 

ASPECTOS:

Outro aspecto do governo do “cabeça” sobre o corpo na instrumentalidade do servo (a) a ser considerado nesta expressão, é que eles ali serviam ao Senhor, portanto tinham a consciência de que servir ao Senhor é que leva o Espirito Santo a se manifestar na igreja para que a Obra do Senhor seja realizada. O compromisso do Espirito Santo é com uma igreja que serve ao Senhor.

 

NA PRÁTICA:

A Obra é do Senhor e não de homens, por isso a expressão “servindo eles ao Senhor”. Na prática todo o serviço que fazemos na Obra do Senhor é para agradar ao Senhor e não a homens.

A obra do Espirito Santo é realizada por aqueles que estão dispostos a servir ao Senhor no entendimento de que a igreja, como corpo de Cristo é um organismo vivo. Tudo o que é feito é sob o governo do Espirito Santo e não de uma mera organização onde tudo é feito maquinalmente, como se fosse uma obrigação. O servo apenas obedece ao governo do Senhor que ele recebe através do “corpo” e não isoladamente para fazer o que ele próprio quer.

Quem dirige um louvor no culto ou entrega uma mensagem, ou atua no portão da igreja está prestando um serviço, acima de tudo, ao Senhor e não simplesmente cumprindo uma obrigação eclesiástica. É um ato de obediência e submissão à vontade do Senhor revelada ao “corpo” ao qual ele está ligado como membro.

 

 

  1. “…E JEJUANDO…” – ATOS 13.2

“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado”.

 

ASPECTOS:

O jejum referido no texto era, naquela igreja, uma forma de servir ao Senhor, pois esse meio de graça representava para os irmãos daquela igreja um preparo de suas vidas para receber a orientação que viria do Espirito Santo e estarem capacitados por Ele para a realização da Obra.

 

NA PRÁTICA:

Na prática, o servo que o Senhor usa como instrumento na Sua Obra é um servo que jejua a fim de estar preparado (capacitado) espiritualmente para a realização da Obra do Senhor.

Os jejuns orientados pelo Senhor fazem parte do governo do Espirito Santo sobre a igreja e atender as orientações para jejuar faz parte do preparo espiritual do servo para a realização da Obra do Senhor.

Jejum para o servo participar de um seminário no Maanaim, jejuns orientados para a igreja pelos diversos motivos revelados pelo Senhor, isso faz parte do preparo espiritual para a realização da Obra do Senhor.

 

 

  1. “…DISSE O ESPIRITO SANTO…” – ATOS 13.2

“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado”.

 

ASPECTOS:

A palavra do Espirito Santo ali estava em consonância com o projeto do Senhor Jesus para a igreja, pois naquela primeira viagem missionária se cumpria:

  1. A ordem do Senhor Jesus quanto ao testemunho dEle até aos confins da Terra;
  2. O vaso escolhido pelo Senhor em Atos 9:15 para levar o nome de Jesus aos gentios, estava ali para dar cumprimento ao projeto de Deus para a sua vida e para a igreja, em obediência à determinação daquilo que “disse o Espirito Santo”.

 

NA PRÁTICA:

Na prática a dinâmica da execução do projeto de Deus para a igreja está naquilo que ela faz de acordo com o governo do cabeça, que é Jesus, governo esse exercido pelo Espirito Santo. O culto é conforme o que “diz o Espirito Santo” na reunião do Culto Profético.

A doutrina é aquela revelada pelo Espirito Santo. O trabalho das Senhoras, das Crianças e até a transmissão via satélite, tudo é feito de acordo com o governo do Espirito Santo. Tudo na Obra do Senhor é feito como Ele diz e não como nós queremos dizer. Mesmo que se tenha que usar escritos, papéis, painéis ilustrativos, circulares de orientações dentro do âmbito organizacional, mas o essencial é a consciência de que tudo está dentro da orientação e governo do Espirito Santo. O membro do corpo só funciona se estiver sob o comando da cabeça: assim é na igreja também com relação ao governo do Espirito Santo.

 

 

  1. “…PARA A OBRA A QUE OS TENHO CHAMADO” – ATOS 13.2

“E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que (EU) os tenho chamado”.

 

ASPECTOS:

A obra a que o Senhor os tinha chamado era a Obra que o Espirito Santo queria que fosse realizada, pois o chamado foi do Espirito Santo. Cada ato do corpo ali, jejuando, orando e pondo sobre eles as mãos, (vs. 3) os despedia na total direção e autoridade do Espirito Santo.

 

NA PRÁTICA:

Na prática o servo quando é designado para realizar a obra do Senhor é preciso estar consciente de que o trabalho a ser feito é em razão de um chamado do Espirito Santo, pois a obra que está realizando é dEle. Não posso ser chamados para realizar a Obra do Espirito Santo e realizar outra obra, conforme a minha vontade.

A oração e o jejum são as forças que impulsionam o servo na realização da Obra do Senhor. E no verso 4 a palavra diz que eles foram “enviados pelo Espirito Santo”.

 

 

TAREFAS PARA SALA DE AULA:

  1. Pode alguém dizer-se comissionado pelo Senhor para realizar a Obra do Espirito Santo e realizar a sua própria obra? O que pode acontecer? Comente isso.
  2. O que pode acontecer com um visitante que o obreiro no portão da igreja o recebe cumprimentando-o com a paz do Senhor, cheio do Espirito Santo?
  3. É possível na prática, ser um instrumento nas mãos do Senhor, sem o preparo espiritual para isso? Sim ou não. Por quê.

 

 

 

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS

 

ESTUDO BÍBLICO PARA JOVENS E OBREIROS – 30-ago-2014

TEMA: DOUTRINAS BÁSICAS DA OBRA NA PRÁTICA

ASSUNTO: BATISMO NAS ÁGUAS

TEXTO FUNDAMENTAL: ATOS 16.25-33

 

NA EXPERIÊNCIA DE CONVERSÃO E BATISMO NAS ÁGUAS  DO CARCEREIRO EM ATOS 16 IDENTIFICAR O EXERCICIO DA INSTRUMENTALIDADE DE PAULO E SILAS, NAS SEGUINTES EXPRESSÕES:

 

“…ORAVAM E CANTAVAM HINOS A DEUS…” ATOS 16.25

“…SOBREVEIO UM TÃO GRANDE TERREMOTO …” ATOS 16.26

“ …TODOS AQUI ESTAMOS…” ATOS 16.28

“…CRÊ NO SENHOR JESUS CRISTO E SERÁS SALVO…” ATOS 16.31

“…E LOGO FOI BATIZADO…” ATOS 16.33

 

FAZER A APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA

 

 

OBSERVAÇÕES:

  1. Sugerimos que os jovens e obreiros sejam separados em CINCO grupos ou cinco jovens e obreiros, para participarem das atividades propostas nesta lição.
  2. Os textos em itálico são transcrições literais dos estudos recebidos dos grupos de jovens e obreiros.

 

 

INTRODUÇÃO

A EXPERIÊNCIA DE CONVERSÃO E BATISMO NAS ÁGUAS DO CARCEREIRO EM ATOS 16:

O batismo nas águas faz parte do processo da salvação, pois O Senhor Jesus disse que “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”.Mar 16:16

O Batismo nas águas, como tantas outras, é também uma doutrina revelada pelo Senhor na Obra. Por ser uma ordenança do Senhor Jesus, quem aceita a Jesus deve receber o Seu batismo que, pelo símbolo da água, sela o pacto de Deus para com o homem e vice-versa.

A partir do Batismo nas águas, o crente passa a ter, entre outros, o privilegio de fazer parte da igreja, como membro do corpo de Cristo.

No texto de Atos 16.25-33, a instrumentalidade de Paulo e Silas na experiência de conversão e batismo do carcereiro é o exemplo do trabalho que leva a mensagem de salvação para os de fora, e o acompanhamento até ao momento do batismo. Esta é a instrumentalidade que o Senhor tem para os jovens e obreiros desde a conversão até ao batismo do novo convertido.

 

 

IDENTIFICAR O EXERCICIO DA INSTRUMENTALIDADE DE PAULO E SILAS, NAS SEGUINTES EXPRESSÕES:

 

– “…ORAVAM E CANTAVAM HINOS A DEUS…” – ATOS 16.25

“Perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam”.

 

EXERCICIO DA INSTRUMENTALIDADE:

O culto feito ali no cárcere de Filipos foi muito simples, mas havia nele os elementos essenciais de um culto: a oração e o louvor. Essa era a mensagem que os outros presos escutavam. A grandeza da mensagem que convenceu os prisioneiros ali a não fugirem quando as portas foram abertas, é que ela foi confirmada por uma poderosa operação de libertação do Senhor através daquele terremoto.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

Na prática, a grande mensagem do culto da igreja fiel de Jesus é a simplicidade desse culto. Orações feitas e louvores cantados com simplicidade, mas isso sendo feito por uma igreja cheia do Espirito Santo.

O culto feito com simplicidade, singeleza de coração e cheio da graça do Senhor é que faz abrirem as portas dos corações daqueles que estão presos pelo pecado. Faz também quebrar as correntes do pecado pela poderosa operação do Espirito Santo.

O importante é que as pessoas que participam desse culto saiam dizendo: “senti que Deus está neste lugar” e “Deus falou ao meu coração nesse culto”.

 

 

– “… SOBREVEIO UM TÃO GRANDE TERREMOTO …” – ATOS 16.26

 “E, de repente, sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos”.

 

EXERCICIO DA INSTRUMENTALIDADE:

O tão grande terremoto que de repente sobreveio foi somente para conceder uma libertação total para todos os que participavam daquele culto de Paulo e Silas no cárcere. O que Deus operou ali foi suficiente para que todos não desejassem fugir daquele lugar que marcou a libertação deles. Foi suficiente também para que o carcereiro, ao entrar ali, pedisse aquela salvação também para si.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

O desejo do Senhor é operar libertações nos cultos para que os servos que ali estão libertos possam servir de testemunho para aquele que vem de fora pedindo a mesma libertação. A operação de libertação do Senhor é sempre total e abrangente, pois é para todos, tanto os servos, quanto os visitantes. É isso que tem atraído os de fora para dentro da igreja, pois eles estão desejosos de alcançar a salvação que o Senhor opera na vida da igreja.

 

 

– “ …TODOS AQUI ESTAMOS…” – ATOS 16.28

 “Mas Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos”.

 

EXERCICIO DA INSTRUMENTALIDADE:

O anúncio de Paulo “todos aqui estamos” era uma mensagem de testemunho de que todos ali estavam libertos. Foram libertos por uma operação poderosa de Deus naquela noite e tinham, portanto, a experiência de libertação. Esta mensagem levou o carcereiro a trocar a espada com que quis matar-se pela luz que mostrou para ele a obra de libertação que Deus havia realizado com aqueles prisioneiros. Não era a mensagem de dois líderes, mas a mensagem do “corpo”.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

Na prática, a mais convencedora mensagem da igreja para levar o pecador à conversão ao Senhor Jesus, é o testemunho dela de que todos os que estão na igreja são libertos. Quem os libertou foi a operação gloriosa de convencimento do Espirito Santo para eles aceitarem ao Senhor Jesus. Quem entra na igreja e constata isso, deseja ter a mesma experiência. Os que estão lá fora, ao verem crentes libertos dentro da igreja, querem também a mesma benção, ou seja, querem ser crentes libertos. A rainha de Sabá constatou isso nos servos de Salomão.

 

 

– “…CRÊ NO SENHOR JESUS CRISTO E SERÁS SALVO…” – ATOS 16.31

 “E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa”.

 

EXERCICIO DA INSTRUMENTALIDADE:

A pergunta feita pelo carcereiro no verso 30 teve como resposta só uma coisa que seria necessária para ele se salvar: que é crer no Senhor Jesus Cristo. Após a mensagem de salvação, o batismo veio, na sequencia, como resultado dessa salvação em Jesus. Paulo pregou uma salvação com a qual ele tinha experiência inclusive de ser batizado.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

A grande mensagem entregue pela igreja para atender à sede da alma do homem quanto a salvação, é a mensagem genuína de que somente o Senhor Jesus salva. O obreiro deve pregar uma mensagem de salvação que tenha experiência com ela. Como posso pregar que Jesus salva se não estiver vivendo essa salvação? O batismo é uma benção destinada àquele que crê no Senhor Jesus, pois é para o crente verdadeiramente convertido.

================================================

 

– “…E LOGO FOI BATIZADO…” – ATOS 16.33

 “E, tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os vergões; e logo foi batizado, ele e todos os seus”.

 

EXERCICIO DA INSTRUMENTALIDADE:

Naquela mesma noite o carcereiro já estava compartilhando com Paulo e Silas da comunhão com o Senhor exercendo hospitalidade para com eles. Essa comunhão foi porque recebeu deles a mensagem de salvação em Jesus. Seu batismo, bem como de todos os seus familiares, se deu num ambiente de total comunhão com os apóstolos, recebendo-os em sua casa (v.34). “E logo foi batizado”, porque, por certo, não houve qualquer impedimento para isso.

 

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:

Na medida em que ocorre o compartilhamento da comunhão entre o novo convertido e a igreja, começa a se estabelecer uma perfeita comunhão que se completa no batismo dele nas águas. A partir da experiência com o batismo, a comunhão será mais estreita ainda, porque é mais um membro que se agrega ao corpo.

A experiência do carcereiro e sua família levou, por certo, muitos naquela cidade à conversão e batismo nas águas, pois ali se estabeleceu uma igreja. E Paulo quando lhes escreveu uma carta chama essa igreja no capitulo 4:1 de Filipenses, “minha alegria e coroa”.

 

 

Palavra ao professor de jovens

PALAVRA AO PROFESSOR DE JOVENS
ESTUDO BÍBLICO PARA JOVENS E OBREIROS – 23-ago-2014
TEMA: DOUTRINAS BÁSICAS DA OBRA NA PRÁTICA
ASSUNTO: BATISMO NAS ÁGUAS
TEXTO FUNDAMENTAL: MATEUS 28.19-20

EM MATEUS 28.19-20 VEMOS QUE O BATISMO NAS AGUAS É UMA ORDENANÇA DO SENHOR JESUS.
COMENTAR OS ASPECTOS DA EXPERIÊNCIA DO EUNUCO, QUE O LEVARAM AO BATISMO NAS ÁGUAS EM ATOS 8.26-40 , NAS SEGUINTES EXPRESSÕES:
ATOS 8.35 – “…LHE ANUNCIOU A JESUS”
ATOS 8.36 – “… EIS AQUI ÁGUA…”
ATOS 8.37 – “… É LÍCITO, SE CRÊS DE TODO CORAÇÃO….”
ATOS 8.39 – “… JUBILOSO…”

FAZER A APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA

(Os textos usados neste estudo foram extraídos da Tradução de João Ferreira de Almeida, Edição Revista e Corrigida, versão 1995)
==================================================================

OBSERVAÇÕES:
Sugerimos que os jovens e obreiros sejam separados em QUATRO grupos para participarem das atividades propostas nesta lição.
Separar também jovens ou obreiros para as tarefas que estão no final da lição.
Os textos em itálico são transcrições literais dos estudos recebidos dos grupos de jovens e obreiros.
==========================================================

INTRODUÇÃO
EM MATEUS 28.19-20 VEMOS QUE O BATISMO NAS AGUAS É UMA ORDENANÇA DO SENHOR JESUS.
O batismo nas águas faz parte do processo da salvação, pois O Senhor Jesus disse que “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”. Mar 16:16
O Batismo nas águas, como tantas outras, é também uma doutrina revelada pelo Senhor na Obra. Por ser uma ordenança do Senhor Jesus, quem aceita a Jesus deve receber o Seu batismo que, pelo símbolo da água, sela o pacto de Deus para com o homem e vice-versa.
A partir do Batismo nas águas, o crente passa a ter, entre outros, o privilegio de fazer parte da igreja, como membro do corpo de Cristo.
Esse batismo é realizado nas águas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme ordenado pelo Senhor Jesus em Mateus 28.19.
A expressão “Batismo em nome de Jesus”, usada pelos apóstolos em Atos 19.5 e outros textos, é decorrente da ordenança do Senhor. Era o batismo por ordem de Jesus, por revelação de Jesus, que é o batismo em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo. A igreja chama de batismo nas águas.

=============================================================

COMENTAR OS ASPECTOS DA EXPERIÊNCIA DO EUNUCO, QUE O LEVARAM AO BATISMO NAS ÁGUAS EM ATOS 8.26-40, NA EXPRESSÃO:

ATOS 8.35 – “…LHE ANUNCIOU A JESUS”
“Então, Filipe, abrindo a boca e começando nesta Escritura, lhe anunciou a Jesus”.

ASPECTOS:
Ao anunciar-lhe Jesus, Filipe conduziu o eunuco ao arrependimento e confissão de que Jesus é o Filho de Deus (v. 37). Filipe demonstrou que conhecia bem a Palavra Revelada, porque descobriu Jesus no Velho Testamento.
O eunuco, apesar de estar vindo de uma adoração em Jerusalém e ser leitor da Palavra, não tinha tido ainda a experiência de conhecer Jesus. Não entendia o que lia, pois conhecia somente a letra. Daí a preocupação do Espirito Santo ao enviar Filipe para ensinar-lhe as escrituras na revelação do Espirito Santo, pois é isso que conduz o homem ao arrependimento.

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:
Na prática, o batismo na vida do servo é o resultado do desejo dele de manifestar publicamente seu arrependimento e confissão de que Jesus é o Filho de Deus. O crente verdadeiro surge desta confissão e, com o batismo, ele passa tornar isso público na sua nova vida.
João batizava com o batismo do arrependimento dizendo ao povo que cresse em Jesus Cristo. (Atos 19:4). O batismo é, portanto, para o crente verdadeiro.
Estar dentro de igreja e conhecer Biblia na letra não leva ninguém ao arrependimento e confissão de pecados, nem desperta o desejo de pedir o batismo para selar seu pacto com Deus.
Conversão em nível de chegar a pedir o batismo se dá a partir de um testemunho do Senhor Jesus revelado em toda a Palavra. Por isso a leitura e meditação da Palavra são mais uma responsabilidade do membro da igreja.
Na prática, não é recomendável que alguém seja batizado sem que tenha o verdadeiro conhecimento de Jesus.
================================================

COMENTAR OS ASPECTOS DA EXPERIÊNCIA DO EUNUCO, QUE O LEVARAM AO BATISMO NAS ÁGUAS EM ATOS 8.26-40, NA EXPRESSÃO:

ATOS 8.36 – “… EIS AQUI ÁGUA…”
“E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado?”

ASPECTOS:
“Eis aqui água”, era já o entendimento, após ouvir falar de Jesus, da ordenança do Senhor em Mateus 28.19, bem como em Marcos 16.16.
Ao ver água o eunuco pediu para ser batizado, porque entendeu o verdadeiro sentido do batismo: arrependimento e remissão dos pecados (Mc. 1.4). A água simboliza purificação dos pecados e regeneração (nascer de novo).

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:
No batismo nas águas representa a lavagem regeneradora da Palavra na vida daquele que confessa que Jesus é o Filho de Deus. Ao se tornar membro da igreja, como corpo de Cristo, o crente deve ter consciência de que a igreja é santa e pura, porque o Senhor Jesus santifica e purifica a Sua igreja com a lavagem da água, pela palavra. (Ef. 5.26). Daí a responsabilidade do membro da igreja em conservar-se limpo (santo) e puro para não manchar a pureza da igreja da qual se tornou membro com o batismo nas águas.
Na prática, a entrada no reino de Deus envolve a disposição do crente em “nascer da água e do Espirito” e isso se chama: novo nascimento. (João 3.5).

===============================================
COMENTAR OS ASPECTOS DA EXPERIÊNCIA DO EUNUCO, QUE O LEVARAM AO BATISMO NAS ÁGUAS EM ATOS 8.26-40, NA EXPRESSÃO:

ATOS 8.37 – “…É LÍCITO, SE CRÊS DE TODO CORAÇÃO…”
“E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.”

ASPECTOS:
A pergunta do eunuco “que impede…?” no verso 36, demonstrava o seu temor ao Senhor, pois não queria que nada servisse de impedimento para demonstrar sua fé em Jesus de forma pública, através do pedido do batismo.

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:
“É licito”, ou seja, é permitido. Porem, a condição para ser batizado nas águas é crer de todo o coração, ou seja, ser um crente sincero.
Crer de todo o coração é uma disposição de mudança total de mentalidade. “Se crês de todo o coração” significa uma fé sem reservas, sem restrições, incondicional. Enfim, uma forma de manifestar que o coração pertence totalmente ao Senhor, sem qualquer questionamento. O testemunho do membro da igreja batizado nas águas tem que ser total em todos os setores de sua vida. É necessário que todo o seu comportamento, sua maneira de viver e de manifestar ao mundo que é realmente membro do corpo de Cristo seja evidente no membro da igreja.

“É lícito”, ou seja, é permitido, também revela o motivo porque é necessário consultar ao Senhor sobre o batismo dos irmãos. Essa consulta ao Senhor para obter a permissão dEle está ligada à condição de crer de todo o coração, pois só o Senhor vê o que está no coração, para se saber se é o momento ou não do irmão(ã) ser batizado(a).
Qualquer reserva a Jesus no coração pode constituir um impedimento ao batismo. Se faltar alguma coisa ainda para que Jesus ocupe todo o coração, isso pode ser motivo de impedimento para o batismo. Não havendo nada disso, então é lícito.
Crer de todo o coração leva o crente a uma renúncia a tudo o que ocupava antes o coração.
Crer de todo o coração é uma mudança que começa no interior (crer em Jesus) e se manifesta no exterior (ser batizado). Isso mostra que batismo não é somente um mergulho na água, mas uma entrega total da vida nas mãos do Senhor.

===============================================
COMENTAR OS ASPECTOS DA EXPERIÊNCIA DO EUNUCO, QUE O LEVARAM AO BATISMO NAS ÁGUAS EM ATOS 8.26-40, NA EXPRESSÃO:

ATOS 8.39 – “…JUBILOSO…”
“E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho.”

ASPECTOS:
Jubiloso significa: pleno (cheio) de alegria. O júbilo, ou alegria, passou a ser uma forma de vida para o eunuco que passou a ter agora uma nova caminhada na presença do Senhor. Saiu de Jerusalém pelo caminho da dúvida (vs. 31 e 34), porém do momento do batismo em diante seguiu pelo caminho da alegria. O eunuco não viu mais Filipe, mas passou a ver o que o Espirito Santo tinha para lhe revelar a partir do batismo nas águas. Este júbilo se chama: alegria da salvação.
A disposição do Eunuco de seguir jubiloso o seu caminho, era uma prova da sua decisão de abandonar tudo para viver uma vida nova com Jesus.
O que marcou a continuidade do caminho dele foi o júbilo pelo conhecimento de Jesus que ele selou através do batismo. O fato de não ter mais visto a Filipe não tirou do eunuco o júbilo do seu coração, porque esse júbilo era pela sua nova caminhada agora com Jesus.

APLICAÇÃO PROFÉTICA NA PRÁTICA:
A alegria da salvação se torna uma forma de vida na caminhada daquele que expressa, pelo batismo, seu desejo de continuar firme na caminhada com Jesus. O eunuco não viu mais Filipe, porque a alegria da salvação não depende de um homem, ainda que ele seja um líder, mas depende de uma experiência pessoal exclusivamente com Jesus na caminhada.
O crente que desce às águas do batismo tem a disposição de testemunhar da alegria da sua salvação em sua vida. Isso é uma prova da sua decisão de abandonar o mundo, o pecado e viver uma vida de santificação, através de uma nova caminhada com Jesus.
O batismo representa uma disposição nova do servo em dar continuidade ao projeto de salvação que conheceu em Jesus: o que bem define essa continuidade é o júbilo, ou alegria da salvação. Esta é também uma forma de demonstrar que arrependimento não tem retorno, mas é uma continuidade. O batismo nas águas traz um júbilo que não está ligado a quem batizou, mas ao Senhor Jesus, que é o autor e consumador da fé.
O motivo do júbilo é a nova caminhada; Para o eunuco esse motivo era Jesus e não quem o batizou. Jubiloso significa: morto para o mundo, mas vivo para Jesus.
======================================================

TAREFAS PARA SALA DE AULA:
É possível citar pelo menos 3 privilégios do batismo nas águas para o crente?
O batismo é um simples mergulho nas águas ou uma entrega total ao Senhor? Comente.
É possível contar uma experiência sua ou de alguém com o júbilo da salvação?
===================================================


Clique e ouça a Rádio Maanaim

Calendário

novembro 2019
S T Q Q S S D
« out    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930  

Usuários Online

Users: 35 Guests, 9 Bots